A verdade Sobre o PL 131 (Por que Dilma Mudou de Posição?)

PT

O projeto de lei 131/2015, que tira da Petrobras a exclusividade de explorar o pré-sal e entrega às empresas privadas, do senador José Serra (PSDB) foi aprovado no dia 24/02/2016 no Senado por 33 a 31 votos. Eu li e assisti algumas fontes para tentar entender o motivo pelo qual a presidenta mudou de posição na última hora ou porque ela não se manifestou para impedir que o projeto fosse aprovado. Segundo o senador Lindbergh Farias (PT), o projeto não passaria e o Governo venceria por 40 a 29. Mas a mudança de posição do governo na última hora mudou o resultado da votação e o projeto foi aprovado. Alguns senadores, segundo Lindbergh Farias, votariam com o Governo e mudaram de posição, entre eles Jader Barbalho (PMDB). Raimundo Lira (PMDB), José Maranhão (PMDB), Helio José (PMDB), Vicentinho Alves (PR), Wellington Fagundes (PR), Ivo Cassol (PP) e Benedito Lira (PP). Mas a pergunta que mais interessa é saber por que a presidenta mudou de posição. Tudo, na verdade, começa com a história do impeachment. Quando o Supremo definiu o rito do impeachment, ele deu ao Senado o poder de dizer sim ou não ao impeachment. O senador Renan Calheiros (PMDB), presidente do senado, que tem interesse em aprovar o projeto, ganhou em suas mão o direito de decidir sobre o impeachment. Eu assisti a um vídeo do Paulo Henrique Amorin no Conversa Afiada, onde ele disse: “A cabeça da Dilma tá na bandeja do Renan. e o Renan cobrou um preço, segundo essa minha interpretação, muito alto à Presidenta da República: ‘ Eu troco sua cabeça pelo pré-sal. Você fica na presidência, e eu dou o pré-sal à Chevron’, a Chevron, que é do Renan, não é do Serra.”
A presidenta não iria mudar de posição depois de lutar tanto contra o projeto.

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Paquera x Assédio

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Nós vivemos em sociedade e devemos defender e ouvir os direitos de todos e de todas. Eu queria saber qual é a diferença entre paquera e assédio. Resolvi ouvir o que elas dizem. Entrei no site da Revista AzMina para tentar entender essa diferença ou o que as mulheres acham.

Segundo a revista, estas são atitudes que o homem nunca deve tomar que serão consideradas como assédio:
Homem assediador pega a mulher à força, beija sem pedir permissão e usa a expressão “ter pegada” como desculpa.
O cara curte uma uma mulher. Chama-a, uma completa desconhecida, de “gostosa” e “delícia”. Ela provavelmente vai ficar com medo. (Pode ser que alguém goste desse tipo de abordagem, mas as chances de você cometer um assédio em vez de elogiar são muito grandes).
O cara assediador, quando a mulher toma a iniciativa, tira sarro, chama-a de “vagabunda” e similares e conta vantagens sobre ela na frente de amigos como se ela não tivesse tanto direito quanto ela de ter desejos sexuais.
O cara puxa pelo pelo cabelo, agarra pelo braço machuca e manda um “cala boca” em forma de beijo.
Nem sempre o não é verbal. Mas não quer dizer que ele não esteja lá. a gente desvia o olhar, se esquiva do toque, se afasta da aproximação ou só ignora a presença do cara mesmo. (Os homens são espertinhos e também sabem ler esses sinais. Quem finge que não sabe é assediador).
O cara toma a iniciativa e a guria rejeita. Quando finalmente desiste, ele a chama de feia, gorda e fala: Eu nem te queria mesmo”. (Esse, além de assediador, é também um crianção).
a mulher está desacordada ou bêbada demais para consentir e, mesmo assim, o cara transa com ela. (Isso se chama estupro, aliás).
Os amassos estão quentes e o cara cheio de tesão. Mas a guria não quer transar. Ele insiste e força a barra – E isso se cham abuso também! E, se forçar o sexo, é estupro, sim!
O cara faz pressão psicológica pra parceira não usar camisinha ou finge que coloca, mas transa sem.
O cara quer usar drogas e quer a companhia dela nessa experiência, mas ele tem medo que ela diga não, então, pra garantir, vai lá e joga no copo dela sem que ela perceba.

Segunda a revista, estas são atitudes que o homem sempre deve tomar que serão consideradas como paquera:
Homem com pegada é aquele que sabe beijar ou transar gostoso, fazer a mulher ter prazer e nunca mais esquecer.
O cara curte uma mulher, chega perto e puxa assunto ou tenta se incorporar na rodinha dela.
A mulher pode tomar a iniciativa, sim. O cara legal, mesmo não querendo, não julga, diz um “não” educado e continua a festejar. Ele sabe que, como ele, ela também tem todo o direito de gostar de sexo e pegação.
Rola uma troca de olhares, um sorriso assanhado e um sinal claro do interesse das duas partes, vem o beijo.
Nem sempre o sim é verbal. Tem muitos jeitos de consentir: por indiretas, chegar pertinho, encostar de propósito, roçar as pernas, chegar a centímetros dos lábios dele para ele tomar a iniciativa. (Os homens são espertinhos e sabem ler esses sinais).
O cara toma a iniciativa e a guria rejeita. Ele leva na esportiva, aceita o não e vai atrás de outras oportunidades.
Os dois estão bebendo (ou usando drogas) e se divertindo, mas ainda estão conscientes e podem transar de maneira consensual.
Os amassos estão quentes, parece que vai rolar, mas a guria diz que não quer. O cara respeita e continua ficando com ela de boa ou pára se for o que um dos dois quer. Não é porque beijou que tem que transar.
O cara leva sempre uma camisinha na carteira e admira a mulher que traz a dela também. (Essa sabe cuidar de si com responsabilidade).
O cara quer usar drogas e quer a companhia dela nessa experiência. Ele oferece diz do que se trata e aceita se ela disser sim ou não.

Por que o Socialismo Científico É Científico?

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A ciência, na verdade, existe para provar o óbvio. A luta de classes é óbvia. Basta analisar o materialismo histórico ao longo das sociedades que já existiram até nossos dias. Veja, por exemplo, que a história de todas as sociedades é feita de escravidão, greves etc. Mas Karl Marx queria provar essa luta de classes de uma forma científica, incontestável. Ele comprovou a luta de classes através da teoria da mais-valia. Vamos imaginar uma fábrica de mesas que pertence a um capitalista. Tomaremos por base a fabricação de uma mesa. Veja um exemplo de valores:
Valor de troca pelo qual a mesa é vendida no mercado: R$60,00
Valor da matéria-prima usada na fabricação da mesa: R$50,00
Valor do desgaste das ferramentas usadas para fabricar a mesa: R$2,00
Se o valor da mesa é R$60,00 e foram gastos R$50,00 com a matéria-prima e R$2,00 com o desgaste das ferramentas, sobraram então R$8,00 para serem dividido entre o capitalista (dono dos meios de produção) e o trabalhador (dono da força de trabalho). Se o salário do trabalhador for R$4,00, o lucro (mais-valia) do capitalista será R$4,00. Se baixar o salário do trabalhador para R$3,00, o lucro (mais-valia) do capitalista sobe para R$5,00. Se subir o salário do trabalhador para R$5,00, o lucro (mais-valia) do capitalista cai para R$3,00. Ou seja, quanto menor for o salário do trabalhador, maior será o lucro do capitalista e vice-versa.