Teoria Científica

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Eu quero falar sobre um assunto de que eu entendo um pouco com coisas que aprendi na prática. Quando eu era criança, o Brasil passava por uma ditadura e os pais de crianças pobres não podiam comprar brinquedos para seus filhos. A gente tinha que ser criativo para ter um brinquedo. Nessa época, eu pegava tampinhas e jogava futebol com elas. Mais tarde, eu inventei um jogo de cartas o qual eu chamava de Futebol de Letras. Um dia uma pessoa me perguntou qual a probabilidade de sair uma quantidade de determinadas cartas. Nessa época, eu ainda estava no Ensino Fundamental e não sabia que existia a teoria da probabilidade. Mas eu queria saber responder àquela pergunta e comecei a procurar uma forma de calcular a probabilidade do jogo. Na verdade, no final da história, eu havia levantado a tese da probabilidade novamente. Quando eu estava cursando o Ensino médio, eu descobri que a teoria da probabilidade existia, é claro. Mas o que eu achei incrível foi que eu havia chegado à mesma conclusão. Na verdade, eu apenas a ampliei. Da forma como eu imaginei, eu consegui calcular os números negativos. Por exemplo, você pode sortear -10 cartas de um baralho de -9 cartas desde que o número de cartas do baralho seja maior do que o número de cartas a serem sorteadas (-9>10). Mas eu não quero provar essa tese, eu quero apenas falar de teoria científica. Outra coisa que eu sempre amei foi desenho. Infelizmente, eu não nasci com o dom do desenho como algumas pessoas que a gente sabe que desenham maravilhosamente e fazem desenhos lindos. Mas eu queria fazer desenho. Então, eu também comecei a procurar uma forma de fazer desenho através da Matemática, usando fórmulas e régua. Depois eu vi que havia também, de certa forma, levantado uma tese. O desenho desta postagem foi feito dessa forma. Mas o que eu quero dizer é que eu aprendi que, quando alguém está levantando uma teoria, ele só se preocupa com ela. Ele acredita que ela é mais importante que tudo e que ele não pode chegar à conclusões erradas ou estará perdendo o seu tempo. Eu estava pensado em Karl Marx. Quando ele viu que o problema da humanidade era a burguesia, ele deve ter ficado muito chateado por ter que desagradá-la. Mas ele se preocupou mais com a sua teoria do que com a burguesia ou em agradá-la. Com todas essas experiências por que passei, eu vejo que não há como negar que Karl Marx estava certo e a cada dia vejo cada vez mais que ele tinha razão.

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