A Força do Amor (O Beijo do Adeus II)

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De repente, Aldo e Tina estavam no paraíso. Um anjo disse-lhes que não era possível a felicidade duradoura. Eles teriam que nascer novamente para provar definitivamente a força do seu amor.

Aldo trabalhava para o rei num reinado distante. Ele era caçador de tesouros e viajava em caravelas pelos mares.

Um dia ele viajou para outro continente à procura de um tesouro. Ao chegar, ele encontrou uma tribo. Os nativos começaram a ajuda-lo na busca pelo tesouro e a receber coisas em troca de seu tesouro. Isso não era a felicidade para Aldo, mas ele tinha que trabalhar para sobreviver.

Um dia, de manhã, Aldo estava triste sentado em uma pedra quando passou uma garota. Eles se olharam e sentiram seus corações pulsarem no peito. Eles não podiam se namorarem porque ela já era prometida a um índio e sua tribo. Nessa tribo era proibido que as índias se casassem com homens que não pertencessem à sua tribo. Mas eles estavam muito apaixonados.

Toda hora que Tina passava perto de Aldo eles se olhavam, mas sempre havia alguém da tribo por perto.

Um dia, Aldo foi se banhar numa cachoeira e viu Tina à beira do lago. Naquele instante, ele sentiu que poderia ser a sua única oportunidade de se aproximar da garota. Ele se aproximou e as palavras naquele instante lhes fugiram à cabeça. Mas eles não precisavam de palavras, pois já estavam aos beijos e carícias como se já se conhecessem há tempos.

Entre as promessas de amor eterno que trocavam havia um nativo olhando para os amantes e lhes ordenou que se afastassem porque aquele amor era proibido. Ela o pertencia. Mas o casal se recusou de se afastarem. Então surgiram vários índios para impedir aquele amor.

Aldo e Tina começaram a correr em direção às caravelas enquanto os índios corriam atrás lançando flechas. Mas Aldo e Tina conseguiram chegar e se lançarem no mar. Mas ficaram muitos buracos na caravela, e a água começou a entrar. Aldo e Tina jogavam água, jogavam, mas a água continuava a entrar. Eles já estavam bem longe da margem e não podiam voltar porque havia índios por todos os lados. Então a única coisa que podiam fazer era retirar água. Mas a água continuava a entrar e foi quebrando cada vez mais o assoalho da caravela.

Quando Aldo e Tina viram que a caravela se afundaria e não havia mais como evitar o afundamento, eles se abraçaram e se beijaram. A caravela foi deixando a superfície e se afundando, mas Aldo e Tina se beijavam e se afundaram se beijando até o fim. Foram para o fundo do mar juntos, abraçados e se beijando. Mais uma vez nem mesmo a morte conseguiu afastá-los.

Fim.

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